Django Utilidades :: Marinho Brandaohttp://marinhobrandao.com/pt-brTue, 06 Jan 2009 06:11:05 -0000Android faz o gPhone parecer um brinquedinhohttp://marinhobrandao.com/blog/p/android-faz-o-gphone-parecer-um-brinquedinho_102/<div class="document"> <p>A legião de especuladores cada vez maior sobre &quot;o futuro do Google&quot; (ou &quot;qual será o próximo passo do Google para dominar o mundo&quot;) &quot;sofreu&quot; um <strong>tapa na cara</strong> nesta última terça-feira.</p> <p>Quando todos esperavam um &quot;iPhone killer&quot; ou um pacote de aplicativos móveis, o Google mostrou que possui mais imaginação do que eles, e exatamente por isso, provou que o tapa na cara foi excitante.</p> <p>Também, já me incomodava a possibilidade de o Google criar um pacote de aplicativos, quanto mais um aparelho móvel... seria muito pouco para uma empresa com as aspirações que ele possui. Pois ele fez jus à fama: lançou [4] a maior cartada do Linux pós-Ubuntu e calou novamente qualquer um que ousa dizer que eles não são uma empresa empreendedora [6] ou não dê lucros [5] (uma frase dessa só podia sair da mente doentia do <strong>Steve Ballmer</strong>).</p> <p>O <strong>Android</strong> está mais para &quot;Symbian killer&quot; e provavelmente até para &quot;Microsoft/Apple estrangulator&quot;. Basta fluir a imaginação – como fez <strong>Rafael Lullis</strong> em seu “Android é o PC 2.0, a versão mobile do IBM PC” [1] – para perceber que o Android não é “apenas mais um Linux” [2]. Ele é uma sacada tão imensa quanto foi a da dobradinha IBM/Microsoft na virada do PC em cima do Macintosh, porém com um elemento que agora ganha um peso ainda mais extraordinário: a filosofia software-livre, encabeçada pelo Linux.</p> <p>Daqui a 5 dias sai o aguardado Android SDK [3] e estará a iniciada a corrida pelas pepitas de ouro da nova plataforma. Eu estarei lá, procurando por <strong>compatilibidade com Python/Django</strong>. E você?</p> <p><strong>Links relacionados:</strong></p> <p>[1] <a class="reference" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2007/11/06/android-e-o-pc-20-a-versao-mobile-do-ibm-pc/">http://webinsider.uol.com.br/index.php/2007/11/06/android-e-o-pc-20-a-versao-mobile-do-ibm-pc/</a></p> <p>[2] <a class="reference" href="http://pcworld.uol.com.br/noticias/2007/11/06/idgnoticia.2007-11-06.1911146740/">http://pcworld.uol.com.br/noticias/2007/11/06/idgnoticia.2007-11-06.1911146740/</a></p> <p>[3] <a class="reference" href="http://www.openhandsetalliance.com/developers.html">http://www.openhandsetalliance.com/developers.html</a></p> <p>[4] <a class="reference" href="http://www.openhandsetalliance.com/">http://www.openhandsetalliance.com/</a></p> <p>[5] <a class="reference" href="http://googlediscovery.com/2007/10/18/balanco-da-google-surpreende-os-investidores/">http://googlediscovery.com/2007/10/18/balanco-da-google-surpreende-os-investidores/</a></p> <p>[6] <a class="reference" href="http://www.agenciainternet.com.br/noticias.php?id_noticia=160">http://www.agenciainternet.com.br/noticias.php?id_noticia=160</a></p> </div> Computador Bolivarianohttp://marinhobrandao.com/blog/p/computador-bolivariano_81/Independentemente das controvérsias, uma coisa é certa: <strong>o governo de Hugo Chávez funciona</strong>. A <a href="http://www.venezuelanalysis.com/news.php?newsno=2326">Venezuela irá lançar o "Computador Bolivariano"</a>, uma versão deles para o "PC Conectado", já instalado com Linux de fábrica, etc e tal. É uma pena que o programa brasileiro só serviu pra dar uns trocos a mais pros instaladores de Windows pirata de plantão. Mas esta pode ser uma oportunidade do governo brasileiro ficar com uma pontinha de inveja e fazer o programa brasileiro fucionar.Nada mais a declarar…http://marinhobrandao.com/blog/p/nada-mais-a-declarar_75/<em>“<strong>Tom </strong></em><strong>(Hanrahan, da Linux Foudation)</strong><em> will head up the new <strong>Microsoft</strong>/Novell Interoperability Lab, announced last fall as part of <strong>Microsoft</strong> and Novell’s historic agreement [related story]. As outlined, the two companies are working together to create a joint development facility at which <strong>Microsoft</strong> and Novell technical experts will architect and test new software solutions and will work with customers and the community to build and support these technologies.” </em>O que há por trás dos movimentos da Microsoft sobre patentes?http://marinhobrandao.com/blog/p/o-que-ha-por-tras-dos-movimentos-da-microsoft-sobr/Todos conhecem a história da <strong>Microsoft</strong>: <ol> <li>Em uma realidade em que todo software era livre, Bill Gates (ainda adolescente) envia uma carta a uma revista reclamando à causa pela proteção à linha de código e causou polêmica e separou épocas;</li> <li>O mesmo Bill Gates abandona sua proeminente faculdade junto de seu amigo Paul Allen para se dedicar a criar software, passou a perna numa empresa que criou o DOS e passou mel na boca da IBM;</li> <li>O mesmo Bill Gates faz um acordo com a Apple para logo depois roubar suas linhas de código e criar um produto concorrente;</li> <li>A mesma Microsoft segue comprando software barato e vendendo como produto original, passando a perna aqui ou ali (ok, o criador do Word está bilionário, mas é uma exceção, eu acredito);</li> <li>A mesma... cria o Windows95 copiando descaradamente o OS2/Warp e segue seu destino de empresa sem escrúpulos;</li> <li>A mesma... contrata o cara do VMS e cria o NT chupando descaradamente uma porção de criações daquele sistema operacional;</li> <li>A mesma... cria o Internet Explorer, lança de graça no mercado, embarcado em seu sistema operacional e faz parcerias de forma a sufocar seu concorrente, jogando a Netscape de fora da estrada sem pensar duas vezes do que se tratava a palavra "ética";</li> <li>A mesma... criou produtos e padrões com nomes como "MS SQL Server", "MS XML", e dentre outros o mais recente "MS Ajax" de forma que engana desinformados de que ela seria a criadora de tantas tecnologias que existem por aí;</li> <li>O mesmo Bill Gates anuncia que doôu sua fortuna a instituição de caridade, que será paulatinamente repassada através dos anos.</li> </ol> Ok, repeti o que todos sabemos, mas é só pra relembrar que a Microsoft, que de ética nunca teve o hábito, muito menos de ser boazinha, se algumas vezes valoriza o cliente, é porque ainda não tem o monopólio naquele mercado. Agora, depois de anos bradando a todos os cantos contra o software livre (coisa que se ela realmente acreditasse, estaria "comemorando" o fato de seus concorrentes se tornarem adeptos) a empresa vem gradualmente "se entregando" à Nova Ordem, através de alguns padrões abertos (padrões pra lá de questionáveis, mas tudo bem), alguns apoios a comunidades, uma maior flexibilidade na política de licenças e preços, e caminhando bem em se integrar à Mozilla e às recentes parcerias de interoperabilidade com o Linux. Por último, a empresa anunciou há dois dias que está procurando por alguém forte para ser seu <strong>"Diretor para Interoperabilidade com o Linux e software livre"</strong>. Não é estranho? Por outro lado, a empresa cutuca daqui e dali de forma a desmoralizar o software livre, coisa que não tem conseguido, felizmente. A pergunta que faço agora é: o que a gigante de Redmond estaria tramando? Seria esta uma prova de que a empresa está disposta a abrir mão de sua política protecionista em prol de longa vida? Ou seria mais um episódio de rasteira geral? O que a <strong>Microsoft</strong> faz de forma quase perfeita é criar redes de <strong>parcerias com intermediários</strong>. São universidades, revendedores, escolas profissionalizantes, ONGs, fabricantes e desenvolvedores de software, muitos deles, mantidos de tal forma que a empresa consegue uma muralha em sua volta. Assim a gigante cresceu e se mantem hoje: aplausos à <strong>genialidade</strong> e falta de escrúpulos de <strong>Bill Gates</strong>, de quem sou fã (no aspecto da genialidade, claro). Mas acontece que o mundo girou, girou e girou, e até que enfim aparece uma empresa com perpicácia de perceber isso e algo mais: o <strong>Google</strong> notou que daqui em diante, a parceria <u>deve ser feita com o consumidor, e não com o intermediário</u>, e assim, através dos muitos serviços e aquisições, o gigante de Mountain View vem construindo uma muralha de bloggers e usuários de seus serviços de grátis de tal forma, que logo logo vai conseguir o que já dizemos todos os dias: <strong>conquistar o mundo</strong>. O Google é mais parecido com a Microsoft do que gostaríamos: não cria muito, constrói um império em torno de numa criação bem sucedida enquanto adquire dezenas (ou centenas) de empresas-laboratório e assim conquista um batalhão de perseguidores, quase beira à religião. O Google apenas se diferencia no aspecto de que *AINDA* não deu chance para o chamarem de mau e no fato de que <u>os filhos geralmente superam os pais</u>. Se a Microsoft resolveu agora se tornar mais flexível e mudar sua mentalidade, será ótimo. A empresa talvez notou que o <u>sistema operacional é cada vez menos importante</u> enquanto que o <strong>navegador e a plataforma na web</strong> é que ganha maior peso. Se isso for verdade, fica estranho que a empresa invista tão pouco em seu <strong>Internet Explorer</strong>, uma bomba que até hoje apenas nos traz frustração a cada vez que oferece novidades. Chegando agora ao título deste artigo (<strong>sobre as patentes, lembra?</strong>), minha opinião é de que a empresa pode ter seu rabo bem preso neste aspecto. Todos sabemos que se o código está aberto, obviamente, seu concorrente de código fechado possui uma (discutível) vantagem: <strong>ele pode ver o que você faz e copiar sem que você saiba disso</strong>. O Windows melhorou muito depois que o Linux apareceu. Seria bem compreesível se a Microsoft tiver feito umas belas cópias de trechos de código não só do Linux, mas talvez do FreeBSD ou qualquer outro software aberto. Se ela o fez, talvez está caminhando para um momento em que esta prática esteja para ser descoberta, e se <em>a melhor defesa é o ataque</em>, este seria o momento ideal para acusar os softwares livres de quebra de pantentes e assim conseguir tecer acordos sobre patentes de tal maneira que alivie embaraços futuros. É uma teoria, mas considerando todos aqueles pontos do início do artigo, acho que é bem plausível. Bom, então fica aí a questão: devemos mais uma vez dar voto de confiança à Microsoft? Não sei... mas se eu puder conseguir uma licença do Vista por 3 dólares para testar os recursos, já seria interessante :) PS: este <em>blogger</em> acredita piamente que o mundo é múltiplo, e que a Microsoft (e qualquer outra empresa) é bem grandinha o suficiente para ter estratégias diferentes em nichos diferentes, mas este é um artigo que fala sobre generalidades :)DBMigrations 0.1http://marinhobrandao.com/blog/p/dbmigrations-01/A versão 0.1 do <strong>DBMigrations</strong> já está disponível [1]. Muito distante do que o que o escopo propõe [2], mas já me serve e deve servir para você também. Esta versão oferece: <ul> <li>CoreAPI num nível bem avaçando; [3]</li> <li>MySQL Driver; [4]</li> <li>SQLite Driver; [5]</li> <li>Driver genérico, para implementar ANSI SQL / SQL-99 [6]</li> <li>Alguns exemplos e testes, bem tímidos, mas podem ser úteis [7]</li> </ul> A novidade é que o Andrews [8] entrou no projeto e vai cuidar dos drivers de Oracle e Postgres. O próximos passos serão: <ol> <li>Efetuar conexão e rodar o script gerado na sequencia certa;</li> <li>Implementar a funcionalidade de gerar o script da primeira versão a partir de um banco existente (desafio);</li> <li>Disponibilizar um driver pra Django, o mais transparente possível;</li> <li>além, é claro do que a participação do Andrews e mais alguém gerir :)</li> </ol> <strong>Links relacionados:</strong> <ol> <li><a href="http://code.google.com/p/dbmigrations/">http://code.google.com/p/dbmigrations/</a></li> <li><a href="http://code.google.com/p/dbmigrations/wiki/Tasks">http://code.google.com/p/dbmigrations/wiki/Tasks</a></li> <li><a href="http://code.google.com/p/dbmigrations/wiki/CoreAPI">http://code.google.com/p/dbmigrations/wiki/CoreAPI</a></li> <li><a href="http://code.google.com/p/dbmigrations/wiki/MySQLDriver">http://code.google.com/p/dbmigrations/wiki/MySQLDriver</a></li> <li><a href="http://code.google.com/p/dbmigrations/wiki/SQLiteDriver">http://code.google.com/p/dbmigrations/wiki/SQLiteDriver</a></li> <li><a href="http://code.google.com/p/dbmigrations/wiki/GenericDriver">http://code.google.com/p/dbmigrations/wiki/GenericDriver</a></li> <li><a href="http://dbmigrations.googlecode.com/svn/trunk/examples/">http://dbmigrations.googlecode.com/svn/trunk/examples/</a></li> <li><a href="http://pyman.blogspot.com/">http://pyman.blogspot.com/</a></li> </ol>DBMigrationshttp://marinhobrandao.com/blog/p/dbmigrations/Publiquei a seguinte mensagem nas listas <strong>python-brasil</strong> e <strong>django-brasil</strong>: <pre>Saudações! senhores, como eu havia comentado há uns dias atrás, estive trabalhando em um "migrations" para um projeto em Django e outro em Delphi. criei então o DBMigrations (ainda não tive idéia para um nome melhor), que é basicamente uma ferramenta que pode ser usada como executável ou como modulo de um software em Python, para controle de evolução de bancos de dados, sob a LGPL, e independente de ORMs e SGBDs e que possa ser útil para projetos feitos em outras linguagens. a notação é mais ou menos semelhante ao Active Record Migrations, do Rails. ele fornece um grupo de classes (uma espécie de API), que é interpretada por um driver (por enquanto somente o MySQL está implementado, os proximos serão o Firebird e o SQLite), e este driver aplica as especificidades de cada SGBD. da forma como ficou estruturado, ele permite que sejam criados drivers para ORMs, como Django, SQLAlchemy ou SQLite, etc. a primeira versão (0.1) ainda não foi devidamente testada, pois irei utiliza-la oficialmente amanhã, numa virada de versão. E ainda não suporta stored procs, triggers, views, sequences ou indices (este ultimo não concluído). o repositório do projeto é: <a href="http://code.google.com/p/dbmigrations/" target="_blank">http://code.google.com/p/dbmigrations/</a> quem gostar da idéia e tiver interesse em participar, principalmente criando drivers, será bem-vindo :) espero que seja útil.</pre>reCAPTCHA, feito com Djangohttp://marinhobrandao.com/blog/p/recaptcha-feito-com-django_57/Excelente criação[1] em Django, publicada na lista python-brasil[2] pelo Osvaldo Santana[3] neste tópico: [4]. <strong>Links relacionados:</strong> <ol> <li><a href="http://recaptcha.net/">http://recaptcha.net/</a></li> <li><a href="http://br.groups.yahoo.com/group/python-brasil/">http://br.groups.yahoo.com/group/python-brasil/</a></li> <li><a href="http://www.pythonologia.org/">http://www.pythonologia.org/</a></li> <li><a href="http://br.groups.yahoo.com/group/python-brasil/message/24739">http://br.groups.yahoo.com/group/python-brasil/message/24739</a></li> </ol>Vem aí: Moonlighthttp://marinhobrandao.com/blog/p/vem-ai-moonlight_51/O apelido inicial do projeto é o mesmo de uma amiga antiga minha: a <strong>Letícia</strong>, e o anúncio inicial foi dado por ninguém menos que <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Miguel_de_Icaza">Miguel de Icaza</a>, o pai do <a href="http://gnome.org">Gnome</a>, da Ximian e do <a href="http://www.mono-project.com">Mono Project</a>, além de outras participações "menores" (leia-se Midnight Commander e algumas features do kernel do Linux). Para saber o que será o <strong>Moonlight</strong>, você deve primeiro saber o que é o <a href="http://silverlight.net">Silverlight</a>, o que não é muito improvável, pois a internet inteira <a href="http://blogsearch.google.com/blogsearch?q=silverlight">está comentando</a> sobre o assunto (especialmente as comunidades do <a href="http://www.adobe.com/products/flex/">Flex</a> e do futuro (candidato a peru de natal) <a href="http://www.sun.com/software/javafx/">JavaFX</a>). O projeto está em sua primeira semana e a <a href="http://www.mono-project.com/Moonlight#Tasks">chamada aos trabalhos</a> até o momento da publicação deste, só havia preenchido duas vagas (uma delas de <u>De Icaza</u>) e visa o que você já deve ter imaginado: a implementação do Silverlight (e seu DLR) para sistemas operacionais que rodem o Mono, especialmente o <strong>Linux</strong>. Caso esteja interessado em saber mais, veja os links abaixo: <ol> <li><a href="http://www.mono-project.com/Moonlight">Site oficial http://www.mono-project.com/Moonlight</a></li> <li><a href="http://www.oreillynet.com/windows/blog/2007/05/moonlight_why_the_mono_project.html">Post da O'Reilly sobre os motivos da criação do projeto http://www.oreillynet.com/windows/blog/2007/05/moonlight_why_the_mono_project.html</a></li> <li><a href="http://pyman.blogspot.com/2007/05/ironpython-no-silverlight-primeiro.html">Post do Andrews sobre SilverLight com IronPython http://pyman.blogspot.com/2007/05/ironpython-no-silverlight-primeiro.html</a></li> </ol>OpenID: de onde vem e para onde vai?http://marinhobrandao.com/blog/p/openid-de-onde-vem-e-para-onde-vai/Como (nem todos nós sabemos) o <strong>OpenId </strong>tem caminhado lentamente mas tem conquistado sólidos apoios, e aos poucos vai conseguindo atingir seu objetivo. Para quem ainda não sabe do que se trata, o OpenId é um projeto criado pelos caras do <strong><a href="http://livejournal.com" target="_blank">LiveJournal</a></strong> que tem a finalidade de unificar contas de acesso espalhadas na rede em uma identificação única por usuário, possibilitando que este se passe por facetas diferentes, segundo a sua preferência. Digamos que é paradoxalmente uma forma descentralizada de centralizar a identificação do usuário. Este modelo apresenta muitas vantagens e desafios novos, assim como perguntas desconfiadas como: <strong>"será que isso é confiável?"</strong>, que é uma questão que deve ser conferida ao seu servidor do OpenId, já que o projeto apenas especifica as metas e o protocolo, mas quem os implementa são servidores espalhados pelo mundo. E assim, como poucos sabem, se você já possui uma conta no <a href="http://wordpress.com"><strong>WordPress</strong></a>, a sua url (sim, da mesma forma que a minha é <strong>http://marinho.wordpress.com</strong>) é uma identificação para OpenId. Atualmente o serviço mais conhecido de servidor de identificações é o <a href="http://myopenid.com"><strong>MyOpenID</strong></a>. Acontece que, como toda idéia recém-nascida, o projeto depende de ser implementado, preferencialmente por grandes empresas (leia-se Google, Microsoft, Yahoo e mais uma meia-dúzia de mega-corporações) para que se alavanque. O <a href="http://technorati.com/weblog/2006/10/144.html" target="_blank">primeiro serviço popular a adotá-lo</a> além dos criadores foi o <a href="http://technorati.com"><strong>Technorati</strong></a> - o que não é nenhuma novidade porque aqueles meninos adoram uma inovação, e eles geralmente acertam na mosca. Depois foi a vez de ver o <a href="http://zoomr.com" target="_blank">Zoomr</a> e o <a href="http://wordpress.com" target="_blank">WordPress</a>, mas nada ainda se compara ao anúncio da <a href="http://brad.livejournal.com/2287909.html" target="_blank">Microsoft de que passaria a apoiá-lo</a>, o que levou a marca do projeto a vários noticiários mais populares do meio tecnológico e acabou incentivando muitas pessoas a conhecê-lo e adotá-lo. Já é possível pesquisar em um <a href="http://openiddirectory.com/" target="_blank">diretório</a>, quais são os serviços da rede que suportam o protocolo e esta lista aumenta cada dia mais, e as incertezas vão sendo sanadas aos poucos, à medida que a idéia é compreendida por mais pessoas. E para a nossa alegria, já existe uma forma (muito fácil, como tudo o que envolve o framework) de se implementar OpenId no Django que você pode encontrar nos endereços abaixo: <ul> <li><a href="http://simonwillison.net/2007/Apr/24/openidconsumer/" target="_blank">Implementando OpenID com o Django</a></li> <li><a href="http://code.google.com/p/django-openid/" target="_blank">Projeto django-openid</a></li> <li><a href="http://www.openidenabled.com/openid/libraries/python" target="_blank">Projeto python-openid</a></li> </ul> Para mais informações: <ul> <li><a href="http://openid.net/" target="_blank">Site oficial do projeto</a></li> <li><a href="http://www.openidenabled.com/" target="_blank">OpenIdEnabled</a></li> <li><a href="http://openid.net/specs.bml" target="_blank">Especificações para implementação de OpenId</a></li> </ul>Empreendedorismo Social e o Software Livrehttp://marinhobrandao.com/blog/p/empreendedorismo-social-e-o-software-livre_29/Na quinta-feira passada (29/março/2007) participei de um evento muito interessante da <a href="http://www.amcham.com.br/" target="_blank">Amcham</a> (Câmara Americana de Comércio) onde um membro da <a href="http://www.ashoka.org.br" target="_blank">Ashoka</a> apresentou uma boa palestra sobre empreendedorismo social e iniciativas privadas que têm evoluído rapidamente neste assunto. O apresentador (que eu não me lembro o nome, por falha de memória) se saiu muito bem e demonstrou ter iniciativa e posicionamento nesta área que é tão polêmica e cheia de vertentes. Saiu aplaudido e bem cotado pelos presentes. Sem querer entrar no campo do empreendedorismo social e de todas as iniciativas que têm crescido no âmbito de investir no potencial humano de classes menos favorecidas, quero apenas colocar uma observação um tanto irônica. Quando se fala em qualquer tipo de inclusão social, sempre valoriza-se iniciativas privadas e comunitárias que pontuem por esse campo e, claro, essas iniciativas estão virtualmente interconectadas. É até óbvio demais vincular ecologia + sustentabilidade + assistencialismo + marketing verde e uma série de outras formas de se apoiar pessoas e grupos que precisem deste apoio. Logo, seria natural que comunidades de sofware livre fossem automaticamente vinculadas, já que nenhum professor de escola pública tem condição de pagar pelo Windows e Office, seja lá qual preço for. E ainda que a <a href="http://www.microsoft.com" target="_blank">Microsoft</a> seja uma empresa exemplar neste aspecto de apoio social (talvez a maior das grandes) todos sabemos que intencionalmente ou não, a doação de computadores e softwares por parte da empresa de Bill Gates é extremamente salutar ao seu monopólio, já que as bases residencial e educacional (pirata ou não) é que dão sustentabilidade à base coroporativa que adquire os produtos da empresa. No entanto, ironicamente, a apresentação foi feita em puro Windows XP + Office. Não estou querendo, de forma nenhuma, acusar o rapaz, que além de muito bem intencionado (e talvez pouco informado no assunto de softwares) tem todo o direito de pagar o preço que quiser pelo produto que bem preferir. Mas que é um tanto incoerente... isso é. Pois é como um médico falar mal do tabaco portando um belo cigarro aceso à mão. Por mais que seja seu direito, isso tira-lhe a credibilidade para quem tem condições de avaliar pequenos detalhes como este. <strong>Então fica aí a pergunta:</strong> como nós, da comunidade de <strong>Software Livre</strong>, poderíamos apoiar empreendedores sociais neste assunto tecnológico? Como poderíamos alertá-los de que tarefas um tanto corriqueiras, como uma apresentação de slides e de alguns filmes para uma platéia, podem ser feitas no <strong>Linux </strong>(especialmente o <a href="http://www.ubuntu.com" target="_blank">Ubuntu</a>) com a mesma qualidade e facilidade que no <strong>Windows</strong>? Como poderíamos ajudar essas pessoas que têm um papel importante de ajudar a tantas outras? E a pergunta final: o que nos está faltando para levar o <strong>Linux </strong>às comunidades carentes, em forma de eventos, demonstrações ou que seja apenas como diversão para crianças de creches? Uma coisa eu garanto: a <a href="http://www.flickr.com/photos/marinho/tags/tarsila" target="_blank">Tarsila</a> está muito bem ambientada ao <a href="http://www.wormux.org" target="_blank">Wormux</a>, e a <a href="http://www.flickr.com/photos/marinho/tags/leticia" target="_blank">Letícia</a> está muito tranquila com o <a href="http://www.openoffice.org" target="_blank">OpenOffice</a>.Ajude a manter a Wikipédia no ar - mesmo sem colocar a mão no bolso!http://marinhobrandao.com/blog/p/ajude-a-manter-a-wikipedia-no-ar-mesmo-sem-colocar/O BR-Linux.org lançou uma <a href="http://br-linux.org/linux/campanha-wikipedia">campanha</a> para ajudar a Wikimedia Foundation a manter a Wikipédia no ar. Se você puder <a href="http://wikimediafoundation.org/wiki/Coleta_de_fundos">doar diretamente</a>, é sempre a melhor opção. Mas se não puder, veja as <a href="http://br-linux.org/linux/campanha-wikipedia">regras da promoção do BR-Linux</a> e ajude a divulgar - quanto mais divulgação, maior será a doação do BR-Linux, e você ainda concorre a um pen drive!Cada dia mais livrehttp://marinhobrandao.com/blog/p/cada-dia-mais-livre_17/<p><a href="http://www.flickr.com/photos/marinho/336088760/" title="photo sharing"><img src="http://farm1.static.flickr.com/135/336088760_d033ea71ce_m.jpg"></a></p> <span></span>Originally uploaded by <a href="http://www.flickr.com/people/marinho/">Marinho Brandão</a>. Tenho utilizado o <strong>Gimp</strong> mais e mais. Apesar de não estar tão satisfeito quanto sou com o <strong>Photoshop,</strong> ele tem se mostrado eficaz e sempre que julgo que ele não tem um certo recurso, me supreendo. As últimas montagens no <a href="http://blogs.mmblog.com.br/tibico" target="_blank">site do <strong>Tibico</strong></a> foram feitas nele. Estou fazendo um site para um amigo que tenho utilizando o Gimp também. Espero que essa relação tenha bons frutos, quem sabe o Photoshop não vai pro espaço dessa vez?